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           Novas tecnologias deveriam servir para facilitar, não para perturbar. Aliás, novas tecnologias só devem ser usadas se a gente sabe usá-las e sabe as suas funções. Como todas as novidades, as pessoas tendem a exacerbar seu uso até descobrir a maneira correta de manusear. Porém, algumas vezes, quando se aprende já é tarde, queimou-se a mídia.

Vejo isso acontecer com os QR Codes (Quick Response). O QR Code é amplamente usado no gerenciamento de produtos e catálogos de diversos segmentos industriais. O que é excelente para armazenar uma ampla gama de informações de produtos agrupados em estoque, itens de reposição ou contêineres com uma diversidade grande de produtos. Facilita, organiza e torna os processos de controle e registro mais eficientes.

Como boa parte das ferramentas, a publicidade sabe fazer bem o uso delas e adaptar para encantar e vender. Segundo o Wikipédia no Brasil, o primeiro anúncio publicitário a utilizar o código QR foi publicado pela Fast Shop em dezembro de 2007. Mais tarde a Nova Schin publicou um anúncio com o código em junho de 2008 e a Claro fez uma campanha utilizando o Código QR em novembro de 2008.A Revista Galileu da Editora Globo também aderiu QR para que o usuário tivesse acesso a informações extras através do seu celular. A banda Pet Shop Boys utilizou imagens do código QR no clipe da música “Integral”. São dezenas de códigos que aparecem durante o clipe. Todas as imagens quando decodificadas apresentam links para diferentes sites, em geral tratando da questão da privacidade no mundo contemporâneo. E por aí vai.

Hoje há uma enxurrada de QR Codes por tudo, até em tapume de obra! Quem vai parar o carro no meio da rua para fotografar um QR Code? Poxa, que chatice essa enxurrada de anúncios com codes sem o mínimo sentido. Veja bem, se eu vou me prestar para baixar um App no meu smartphone, fotografar e carregar o acesso a imagem, o mínimo que se espera é algo inusitado, totalmente exclusivo que ninguém, além do público do QR Code terá acesso. Toda via, o que ocorre é o inverso, são mensagens bobas, simples, remetendo ao site, a um vídeo do youtube e assim vai.

Francamente, se vai fazer o consumidor ter todo esse trabalho, que seja por algo que valha a pena assistir.

Zé Henrique Westphalen.

A Penso Ideias é uma agência que não para. Inovadora. Batalhadora. Proativa. Inquieta, inconformada com as fórmulas e com os valores comuns. São 4 anos reafirmando sua vocação: alinhar planejamento e estratégia à criatividade para promover resultados superiores, que aproximam seus clientes dos seus públicos.

São 4 anos fazendo mais, estando à frente, pensando adiante. Olhando para essa forma de trabalhar, a gente propôs um novo conceito: uma agência Além do óbvio.

Trata-se de um contraponto explícito à maioria das posturas encontradas no mercado – entregar criação, planejamento e resultado para o cliente é o óbvio, é do negócio, é o básico e o fundamental. O diferente está em ir além do óbvio, participando ativamente e proativamente dos negócios dos clientes, adiantando-se às suas necessidades e correndo atrás de suas satisfações.

Penso Ideais, uma agência que vai além do óbvio.

 

 

Tanto o Varejo, como as PME estão atentos à mudança no perfil de compra dos consumidores. A comunicação e o marketing desempenham um papel fundamental na forma com a qual as empresas se comunicam e expõe seus produtos ao mercado consumidor. Cada vez mais munido de informações, os consumidores sabem o que querem e onde podem encontrar determinado produto, mas a decisão de compra, representando em torno de 80%, ainda é feita no PDV. Ou seja, a decisão de compra é tomada de frente para a gôndola, e em geral, é decidida em 4 segundos. O melhor espaço nas gôndolas dos supermercados vale ouro. Por isso, as redes oferecem exposição privilegiada aos fornecedores, permitindo a colocação de Displays, pontas de gôndolas e espaço à altura dos olhos, tudo com o intuito de fisgar o olhar disperso do consumidor frente a tantas opções e informações.

O Varejo sabe do peso que as suas redes de lojas tem no mercado, do espaço privilegiado que dispõe e do potencial de vendas que os seus corredores proporcionam aos fornecedores. No mercado usa-se a expressão que o varejo é “para gente grande”. Sim. O Varejo é para as grandes empresas. É extremamente difícil as PME conseguirem se estabelecer no varejo mantendo margens e rentabilidade. A pressão dos compradores é grande por margens cada vez maiores, verbas e descontos, longos contratos, participação em abertura de novas lojas, etc. Os contratos chegam à beira do abuso. As negociações são conduzidas com mãos-de-ferro pelos compradores. O “canibalismo” ou a “ditadura” do Varejo corroem a margem dos fornecedores.

Não é fácil se manter no Varejo, todavia, grandes empresas não podem ficar fora. Por este motivo, negociações de fornecimento com distribuidores menores e atendimento direto a pontos-de-venda tem se consolidado, como alternativa de não ficar refém das grandes redes. O Varejo é quem dita às regras. Quanto mais forte se torna um canal, mais perdas poderá ter o fornecedor. As empresas precisam estar presentes nas grandes redes, mesmo com prejuízo, pois, segundo o pesquisador americano Kevin Keller, a percepção positiva ou negativa a respeito de uma marca passa a depender das lojas onde ela está sendo comercializada. Diante disto, como a Nestlé, Sadia, Unilever, entre outras, podem ficar fora das grandes redes?

Além dos altos investimentos por espaço dentro das lojas, investir em comunicação e propaganda também é fundamental para as empresas criarem Brand Equity. Quem deixa de investir em propaganda está conscientemente provocando a morte de suas marcas. No longo prazo, possivelmente, a morte da própria empresa. Estar presente no Varejo, portanto, e investir em marketing são investimentos vitais para que as empresas mantenham-se vivas no mercado.

Que as relações de consumo mudaram todos já sabem, mas não custa falarmos mais um pouco sobre essas novas relações. Passou o tempo que os produtos eram o alvo do consumo. Hoje não consumimos mais produtos, mas sim a imagem que temos deles. Eu sou o que eu consumo. Os produtos, com seus significados e suas mensagens passaram a ser meios de mediação social, uma chave para o pertencimento em determinados círculos sociais.

Vamos pegar como exemplo a Red Bull. Hoje, existem 117 marcas de energéticos no Brasil. Se a Red Bull vendesse energético, certamente não teria o faturamento e o respaldo de marca que possui, ela é o que é porque vende uma filosofia, um estilo de vida, ou melhor, uma ilusão de estilo de vida. O consumidor ao tomar Red Bull toma para si os atributos da marca, por alguns instantes ele se sente livre, cool, moderno, radical, enfim, todos os atributos que a marca vende. A comunicação e o consumo são cada vez menos racionais e mais emocional. Nesse novo espaço do consumo, os profissionais de comunicação precisam aprender, ou reaprender a inovar. Darwin nos ensinou que somos resultado da competição, estamos condenados a mutação cruzamento e seleção, e isso está no mercado, nós simulamos esse contexto no nosso ecossistema.

A comunicação está em mutação, pesquisas indicam que em 2013 teremos mais acesso a internet via mobile que fixo. É uma revolução no campo comunicacional. E o que falar das redes sociais, que já não são novidade, já estão aí, já estão consolidadas e mesmo assim as empresas ainda não abriram os olhos, não perceberam que a comunicação precisa ter duas vias. Precisamos urgente repensar como estamos pensando. Precisamos desbloquear conteúdos, liberar no cérebro réptil, trazer os instintos para teoria. É necessário mudar algumas coisas para voltar a inovar. O conhecimento hoje é fragmentado, é preciso muito estudo, muita observação para poder juntar as lacunas e preencher “os buracos” do nosso cérebro. Ok, mas e aí, todos falam em inovar, talvez inovar seja o “novo preto”, está na moda, todos falam, todos querem inovar, porém, as perguntas básicas não são respondidas. Inovar é avançar no desconhecido. E como se faz para avançar no desconhecido? A inovação trabalha com o amanhã, dessa forma, como medir? Que métricas usaremos para mensurar o futuro?

Nas palestras do Charles Bezerra, do GAD, ele costuma afirmar que “inovar não é uma solução”. E está correto seu embasamento, primeiro, que inovar é uma atitude, uma decorrência de planejamento e principalmente, de adaptação, de sobrevivência. Bezerra afirma que os inovadores vem antes de inovação. Para inovar é preciso ter pessoas com cabeça para inovar, com preparo para isso, pessoas que já passaram pelo processo de mutação. Para inovar é preciso de uma cultura para favorecer a inovação. Inovar é pensar diferente, precisa trabalhar o indivíduo e o grupo. As pessoas perderam a capacidade critica, não pensam mais amplamente, em diversas frentes, com diversos recursos. Hoje estamos seguindo templates. Para inovar é preciso fazer sentido para as pessoas, o vazio é a porta para a inovação, só o vazio nos permite a romper os paradigmas pré-estabelecidos e visualizar as situação ampla e criticamente, não a partir de fórmulas existentes.

E então voltamos para o início desse texto. Os produtos já não são o alvo porque as relações mudaram, a experiência e os signos contam mais que o material, porém, a maioria das empresas e profissionais da comunicação olham e falam sobre isso na superficialidade. Esses profissionais ainda não mudaram, não se adaptaram, buscam nas antigas fórmulas e nas suas experiências se inserir e construir nesse novo cenário. Não enfrentam a página em branco. Quanto achamos que possuímos a verdade fechamos a porta para o novo, para a mudança. Precisamos sair do massificado e ir para o individual, pensar em multiplataformas, conhecer e entender que os comportamentos e os grupos são transitórios, que não existem mais a clássica segmentação social estilo AB+ de 20 a 30. O que existe são relações, diretas e individuais, as marcas e produtos precisam falar a língua desse consumidor. Contudo, ao fazer isso, é preciso estar consciente que se abre mão de muitas coisas.

Voltamos para a Red Bull. O posicionamento da marca é para os jovens, para os filhos, o foco e a entonação da marca nos eventos, nas peças publicitárias focam esse público. Ao fazer isso, ele fideliza essa cara, mas está longe de atingir os pais desse cara. São escolhas, são posicionamentos. A mudança nos leva para uma comunicação integrada, com clareza, coerência e impacto, focando no estilo de vida, não no produto, agregando valor através da prestação de produtos, no inesperado. Uma comunicação que não precisa de rótulos nem nomenclaturas, apenas real, viva e transparente.

 

Caroline Batista e José Henrique Westphalen.

O tema de hoje é realmente muito simples de ser compreendido após ganharmos alguns minutos estudando sobre o Marketing, como não sou formado na área de Marketing mas faço parte de uma empresa conceituada no mercado (PENSO), e me fiz uma pequena pergunta:

O MARKETIGN CRIA NECESSIDADES, GERA DEMANDAS?

Em uma pesquisa que efetuei, observei e percebi que o MARKETING é bastante confundido com a PROPAGANDA E PUBLICIDADE. No texto abaixo em poucas palavras consigo demonstrar a diferença entre um e outro.

Bem, para que entendam mais um pouco sobre minha pergunta, basta analisar que trabalho na Penso, na área comercial, vendendo os serviços da agência, e essa foi uma pergunta que eu já me fiz: o marketing cria necessidades e gera demandas?

Quando falamos em Marketing temos a impressão que o marketing é capaz de tudo. Será que o marketing teria a capacidade de criar demandas para produtos ou serviços de baixo interesse social, será que o marketing faz gerar necessidade nas pessoas por algo que elas efetivamente não necessitam? Este enfoque atribui ao marketing poderes que ele efetivamente não tem, ou seja, criar demandas ou gerar necessidades.

Mas se o Marketing não gera necessidades e não cria demanda, então para que serve o Marketing?

O marketing tem como função CONQUISTAR E MANTER CLIENTES.

E já existem estudos que comprovam que a conquista de um novo cliente custa entre 5 a 6 vezes mais do que manter um cliente antigo, logo o marketing terá o papel muito maior de manter do que de conquistar, afinal de contas toda empresa deseja resultado, ou seja, deseja vender o máximo com o melhor custo.

Mas qual o papel do Marketing então?

O papel do marketing é descobrir as necessidades existentes nos clientes para poder atendê-las e fazer com que cada cliente atendido retorne sempre. É importante que isso fique bem claro, o marketing se preocupa com o retorno do cliente, se a ação realizada pela empresa não estiver fazendo com que o cliente retorne, pode eliminar, essa ação não é de marketing.

Para que fique mais claro e coloque uma ordem nos pensamentos, QUEM CRIA NECESSIDADE E GERA DEMANDAS É A PROPAGANDA E A PUBLICIDADE, o MARKETING TEM COMO FUNÇÃO MANTER CLIENTES ANTIGOS E CONQUISTAR OS NOVOS.

 

No meu texto anterior cito bastante sobre o investimento, ou melhor, o não investimento em marketing por microempresas devido a seu fluxo de caixa que normalmente é  justo.

Desta vez vou citar alguns dados técnicos que retirei do Valor Econômico que, ao contrário das micro empresas, as grande organizações cada vez mais investem nesta ferramenta valiosa que é o Marketing.

VALOR ECONÔMICO Caderno: Empresas – Pág. B-1

Estratégia: Grupo de 30 maiores anunciantes destina 18% das despesas com vendas às marcas

Investimento em marketing bate recorde em grandes companhias

Adriana Mattos, de São Paulo

27,28 e 29 de agosto de 2010

Despesas com marketing, raramente destacadas pelas companhias em seus balanços financeiros, têm engordado nos últimos anos, a ponto de bater um recorde histórico no ano passado. Levantamento realizado pelo Valor, com base em dados do Ibope Monitor e da consultoria Economática, revela que os investimentos em marketing dos maiores anunciantes do país, com ações na bolsa, já respondem por 18% da soma total das despesas com vendas dessas empresas. Em 2006 e 2007, por exemplo, anos de maior fartura no meio publicitário, essa fatia foi de 10,56% e 13,44%, respectivamente.

Os 30 maiores anunciantes do Brasil (com capital aberto) aplicaram R$ 7,14 bilhões em marketing em 2009, segundo informações do relatório anual do Ibope Monitor. A despesa com vendas desse mesmo grupo de companhias somou R$ 38,45 bilhões, segundo o balanço financeiro das empresas. Isso significa que de cada R$ 5 desembolsados em gastos como pagamento de salários, comissões a vendedores, frete, provisionamento e marketing, pelo menos R$ 1 foi aplicado apenas em gastos com ações para promover as marcas e os produtos das companhias.

Nessa conta entram desde as mais caras campanhas publicitárias na televisão em horário nobre – são 16 milhões de comerciais todos os anos só na Rede Globo – até investimentos em amostras grátis e em encartes promocionais. “Há uma proliferação inacreditável de marcas em todas as categorias de produtos”, diz José Roberto Martins, diretor da GlobalBrands.

 

Com viram acima, o texto relata o investimento em marketing, que até outro dia as empresas não davam tanto valor, e hoje, já consolidada uma cultura de investimento.

A pergunta que me faço e venho me fazendo ao longo de quase 1,6 (um ano e seis meses) que atuo na Penso, é porque ainda temos tanta resistência em investir em marketing? Por quê quando entro em contato com as empresas sempre ouço, “olha minha empresa está aberta a 30 anos e nunca precisamos de marketing, nossos clientes são todos de indicação”. Vontade de responder ou argumentar com estas cabeças ultrapassadas não me falta, eu confesso, mas a ética e o respeito não me deixam argumentar com estes “EMPRESÁRIOS”, apenas lamento, pois, no mundo globalizado em que vivemos hoje, quem não percebe que as coisas mudaram,  que o comportamento do consumidor mudou, que hoje em dia o bom atendimento não é mais um diferencial e sim uma obrigação, sendo assim olhando para o futuro não vejo estas empresas vivas daqui uns 10 anos! Vale lembrar que defendo o investimento em Marketing em qualquer que seja o ramo de atuação, mas também não posso deixar de lembrar que só investir em Marketing trará a solução, o investimento nesta ferramenta é um combinado de PLANEJAMENTO, ESTRATÉGIA, ESTUDO DO CONSUMIDOR, CRIAÇÃO E PROPAGANDA, este grupo de ações é que traz o retorno financeiro e retorno de lembrança de marca ao investidor na ferramenta MARKETING.

Prezados amigos, vale lembrar que sou formado em ADM DE EMPRESAS e não em MARKETING, mas vale também citar que, entre outros estudos que tenho, um deles, que também tem tanto valor quanto o diploma, é a experiência, é o viver o dia a dia de uma agência como a Penso Ideias, que embora tenha um nome pequeno na sua escrita tem grande contas e grandes profissionais em sua coordenação.

Termino dizendo que sou passível de erro, mas erro tentando acertar olhando para o futuro, enxergando o que me apresentam e não vivendo de fantasmas do passado, o que se aplica agora talvez daqui a meia hora não sirva mais, e será competitivo quem estiver atento as mudanças e exigências do consumidor final!

 

Steve Roa

Para as pequenas empresas, a comunicação sempre foi um campo nebuloso da prestação de serviços. Essa nébula nas micros empresas é derivada quase sempre da falta de cultura  de planejamento e, não podemos deixar de lado, os custos elevados desses serviços, que da criação à produção gráfica afetam enormemente o fluxo de caixa sem gerar retornos de curto prazo, salvo raras exceções. Por esse motivo as micros empresas recorrem de uma forma geral a soluções domésticas e pouco profissionais com vistas a constituir o mínimo de identificação própria e relacionamento com seus públicos.

Entretanto, desde o advento da Internet (interpretada como uma “vitrine virtual” para o mundo), as micro empresas têm estado mais atentas a sua comunicação e vêm buscando algum profissionalismo para sua imagem. A expectativa de melhor custo/benefício de um serviço de comunicação dentro da Internet foi o primeiro fator desse interesse e, de fato, tem estimulado o aumento de demanda das Micro empresas por esse e outros serviços de comunicação.

Podemos afirmar hoje que, as Micros Empresas já detectam o quanto é importante se comunicar com seu cliente, assim como ter um posicionamento, mas também não podemos nos esquecer que essa cultura de investimento em comunicação ainda é um fator determinante no que diz respeito a investimento financeiro, pois, embora já entendam que é necessário se comunicar (vender) ainda não tem uma verba destinada para tal comunicação, e se este Micro empresário tiver que optar em Comunicação para sua empresa ou trocar de carro ele ainda optará em trocar de carro e não investirá em comunicação, pois, a cultura em adquirir um bem ainda é maior do que a cultura em investir em sua marca para colher frutos futuros.

O ser humano é imediatista, e por este motivo não compreende que toda plantação tem um ciclo: plantar, regar, adubar, somente para depois crescer e estar apto para colher. Na comunicação não é diferente: tu aparece, te comunicas, fixa tua marca na mente do consumidor para depois vender, é um ciclo que igual a uma plantação tem um tempo de maturidade para a colheita e assim é na comunicação. O grande problema que se verifica é que ao mesmo tempo que se tem a intenção, se tem a necessidade, e a intenção acaba não saindo do papel, pois, as necessidades sempre variam e acabam se tornando uma constante.

Em fim, essa cultura espero que um dia ainda mude, mas isso só será possível com maior entendimento de nunca se esquecer que: “Quem não é visto não é lembrado”

 

Steve Roa

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